20201006 ik uma mente vocacionada passado site1

❤ iKurso / riKurso ❤ “UMA MENTE vocacionada ao PASSADO? Será a SUA…?”

RENASKIĜI ❤ Eventos - Semear para Florescer 1 Comentário

Post alterado em 6/10/2020
O iKurso inialment previsto para
Terça-feira 6 de Outubro
irá ser realizado na
Quarta-feira, 7 de Outubro 2020
no mesmo horário

 


UMA MENTE
vocacionada ao PASSADO?
Será a SUA…?


UMA MENTE vocacionada ao PASSADO…

Pretendendo querer viver o FUTURO…

e sistematicamente
AUSENTE do PRESENTE…?

Será mesmo a SUA…?

 

“Semear para F l o r e s c e r,

F r u t i f i c a r e VOAR … ”
# 1007-2020

∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞

iKurso / riKurso

conduzido❣️
por Robiyn ?

em Português,

e quando necessário,
♻️ simultaneamente ♻️

em outra ou outras, línguas,
como por exemplo,
Inglês, Espanhol, Francês…

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Pela Internet por audio-conferência para todo o Mundo!

❤

Quarta-feira, 07 de Outubro, 2020
>> 19:00 às 23:00 PT (= GMT) <<

 

Verifique o horário do Seu País caso participe pelo Internet:

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Por favor entre em contato connosco,
o mais rápido possível,
para fazer a Sua inscrição
e saber mais detalhes,
inclusive,
filmes para ver e outros preparativos,
conforme cada Evento…

preparativos esses, que Você pode fazer,
antecipadamente,
desde Sua Casa…

Obrigado por EXISTIR
e
SER VOCÊ…!

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Contate-nos

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Comentários 1

  1. RELATÓRIO SOBRE VIDA PASSADA
    iKurso “UMA MENTE vocacionada ao PASSADO? Será a SUA…?” – 7 outubro 2019

    Neste último iKurso, a dado momento, o Robiyn falou – não consigo reproduzir, claro – sobre a “impossibilidade” de o nada ou a ausência existirem, pois ao pensarmos ou declararmos isso, já existe Algo …, algo (!) deste género… Pediu-nos para comentarmos a respeito.

    Então, eu disse, começando por agradecer, que, o que o Robiyn tinha acabado de dizer, fazia sentido para mim, pois fazia-me lembrar de uma cena, na minha infância ou pré-adolescência, em (na altura) Lourenço Marques, Moçambique, na casa dos meus avós maternos. Estava sentado nos degraus das escadas viradas para as traseiras (quintal), cogitando como seria o vazio, supondo que após a vida física, nada existisse (fiz este “exercício”, apesar de acreditar na vida após vida, dada a educação religiosa tradicional, católica). Então, ao tentar imaginar esse nada, esse vazio, senti que, não podia ser, pois ao fazê-lo, é como se o suposto nada ou vazio também fosse algo! Portanto, era um paradoxo! E, este “pensamento”, forte naquela altura, tem-me, de algum modo, acompanhado sempre.

    Após ter dito isto, o Robiyn perguntou-me, se eu, quando criança, fazia desenhos com círculos com traços ou riscos saindo deles e eu respondi que tinha a impressão de que sim, mas sem consciência ou memória exata de tal.

    Perguntou-me o que eu, nessa altura, sentia relativamente a formigas. Precisamente, nesse tempo da minha vida, em que eu passava muito tempo nessa casa dos meus avós, eu “brincava” com as formigas – na parede exterior lateral, existia um pequeno ressalto que era aproveitado por elas para se locomoverem, algumas até transportando pequeníssimas coisas que, neste momento não sei precisar – era como uma estradinha que dava para elas circularem em ambos sentidos, numa extensão de quinze a vinte metros, talvez. Então, eu imaginava-me como se fosse uma delas, colocando o meu dedo indicador, entre elas, e percorria esse caminho. Observava, quando as formigas se cruzavam, que por momentos paravam, como que se cumprimentando entre si ou até comunicando algo mais – e para mim, este passatempo era fascinante!

    O Robiyn perguntou-me (já não me lembro de todos os detalhes) se eu sentia às vezes a minha mão direita (e braço (?)) como que dormente ou com algum incómodo, dores… e até se quando estivesse a escrever após algum tempo no teclado do computador teria que dar a vez à mão esquerda. Confirmei, embora não fosse frequente, que sentia como que uma dormência na mão direita [quando tal sucede, paro o que estou a fazer com esta mão e giro-a e faço outros movimentos de modo a repor o seu estado normal].

    Também me perguntou, sobretudo quando estou tenso ou preocupado, se sinto desconforto no meu pescoço. Respondi afirmativamente; aliás, tal tem sucedido com mais frequência, não me lembrando se, nesses momentos, estaria ou não preocupado com algo, mas sim, e tem acontecido até, durante as viagens de carro.

    Também me perguntou se nesses momentos, eu estaria com “soltura” ou alguma prisão de ventre. Respondi que sim, embora nunca tivesse associado!

    Explicou-me que tal era devido a uma vida “passada” como formiga. Disse-me que eu não deveria gostar do cheiro de algumas resinas, e nem do contato com alguma vegetação (árvores, arbustos, folhas) “pegajosa” – concordei com estas observações [de facto, quando estou a fazer alguma tarefa de jardinagem, não me sinto bem, tento evitar, ao tocar ramos ou folhas resinosas; na minha atividade profissional, como químico, contato com muitas resinas, e de algumas até gosto do seu cheiro, doutras não].

    O Robiyn explicou que, quando formiga, a parte direita do corpo, a pata dianteira, ficou presa numa substância pegajosa de uma folha de vegetação, e resultante desse esforço de libertação, até a parte correspondente ao pescoço foi afetada devido a toda aquela movimentação para me libertar!

    Também me falou de que algumas “vértebras” (não me lembro do nome) estariam de uma tal maneira, o que eu constatei após o toque com a mão esquerda nas costas. Também me disse que eu deveria ter unhas apresentando umas riscas verticais e, além disso, serem às vezes mais quebradiças – confirmei tudo isso.

    Igualmente me disse que, nesta sintonia como formiga, eu tinha pressentimento de mudanças no tempo (meteorologia) tendo sido, além da minha disponibilidade na altura, uma das razões para me convidar a fazer um exercício para harmonizarmos o ciclone dos Açores (15 de janeiro de 2016).

    Extasiado, Robiyn, pela Oportunidade que me ofereceu para eu Transformar esta situação e inerentemente harmonizar a minha vida, dos Outros que passam por mim e por aí mais além…!

    Extasiado. Robiyn, por Ser quem É, sempre a Ajudar-me, sempre a Ajudar-nos!

    Abraço Grande,

    Mário Jorge

    Rio Tinto, 11 de outubro de 2020

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