20150915 umol veraguilherme

❤ “UMOL” #2015-09-15 de Vera GUILHERME

RENASKIĜI ❤ UMOL - Desvendando Mistérios e Superando Limitações... 1 Comentário

“UMOL” – “DESVENDANDO MISTÉRIOS E SUPERANDO LIMITAÇÕES…”

“UMOL” – “UNVEILING MYSTERIES AND OVERCOMING LIMITATIONS…”

(Revelações com Robiyn-Dolphin-Fénix)

Partilhamos a seguir
a mensagem que recebemos de

Vera GUILHERME

após ter recebido uma Orientação Particular com Robiyn-Dolphin-Fénix

“Uma conversa com o Robiyn consegue responder às perguntas de uma vida inteira.”,

♥ ♥ ♥ ♥ ♥

olá Robiyn,

Quero tanto escrever,
partilhar o que senti neste fim de semana (12/13 de Setembro ),
oportunidade que só foi possível ir à terceira vez,
talvez tenha sido assim a vontade…

Recordo me de ter perguntado a uma pessoa muito especial,
em que lugar do mundo fisicamente o ROBIYN estava,
ao qual não obtive resposta por vários motivos que entendi,
e o curioso é que no dia 08-09-2015 lá estava eu,
de frente há sua casa…
não sei bem definir e associar a palavra ao reboliço de sentimentos
que durante aquela hora senti…
(como seria, como se vestia,
o que havia de dizer…
ai que nervos…)…

mas de repente um alivio…
porque era igual a mim…
que bom…
apesar de mágico…
era uma pessoa real,
nada de formalidades,
sem qualquer peso da sofisticação,
da distância, da superioridade…
a gargalhada que me faz soltar a minha sempre que me lembro da sua,
quebrou todas as dúvidas que tinha no meu coração.

Foi mágico, simplesmente…
e mais uma vez pensei,
curiosa esta vida!!!

Tudo acontece sem uma explicação…
Sentei me quieta, a apreciar,
a sentir aquela energia tão boa e tão doce…
pois ainda não sabia bem o que iria acontecer!!!

Fui sorteada,
e estava a certa daquilo que queria resolver,
ou que queria uma explicação,
uma certeza,
uma confirmação mas não fui capaz do dizer…
não sei se foi uma forma de mais uma vez adiar…
apenas disse uma palavra que me acompanha também há alguns tempos
(Perdoar)
e fico feliz por duma forma que não sei explicar
tenha ajudado alguém,
acredito que a todos que estavam naquela sala tenha ajudado,
porque acaba sempre por nos tocar no coração…
por isso não fiquei triste…
alias fiquei tão feliz…
tão em paz e porque tinha a certeza que no fim de semana
ia poder esclarecer tudo o que pretendia…

Então no dia 12 de Setembro,
lá estava eu,
com seres fantásticos a meu lado,
a ouvir, a sentir os testemunhos de vidas,
a ouvir o Robiyn e quando de repente se fala num livro
COMER, ORAR E AMAR
(e sem pensar quis também partilhar
que foi um livro que ajudou a dar o salto,
que libertou da angustia,
de morrer por amor),
e ali estava eu sentado ao lado do Robiyn,
por momentos pensei é agora que vou falar naquilo que me angustia,
é agora que vou libertar do que me prende…

mas de repente perguntou se bebia leite,
se me doía as articulações,
(claro, há menos dum ano foi diagnosticado a doença de Beschet
e hoje as dores estão menos intensas,
também porque foi na altura que descobri a meditação
e outra forma de estar nesta vida),

percebi o pânico que chego a ter de ratos,
(lembro que no infantário
eu tinha um ratinho branco de olhos vermelhos,
que quando morreu,
colocamos numa caixa de sapatos e fomos enterrá-lo,
e pensei que fosse por isso que tinha esse trauma)
quando eu adoro animais
(por momentos visualizei eu acorrentada com ferros pesados,
ali num barco,
acho que tinha uma pele branca,
cabelos negros…
na deriva no mar),

percebi então o motivo do medo que tenho
de estar sozinha no escuro,
da noite que me fascina mas que por outro lado me dá medo,
da desconfiança dos barulhos,
(lembro me uma vez ter ficado numa estação de comboios de noite,
sem bateria no telemóvel,
o pânico que eu fiquei,
e hoje ao lembrar até consigo soltar um sorriso.)

Situações que nos acontecem,
que hoje eu sei que tudo têm um motivo,
e por isso foi bom ter esse conhecimento,
é como um desfolhar de um livro,
que neste caso é o nosso!!!

Foi fascinante aquelas horas,
tudo me tocou,
houve momentos que no meu silêncio
eu estava a ouvir a mim própria…

um espelho fiel e isso foi o que aconteceu no Domingo,
quando a Fátima começou a falar,
a certeza que iria amar hoje e sempre o ex- marido,
achava eu que a minha historia de amor ou desamor era única…
mas não, parecia que era eu que estava a falar
e senti paz por saber que não estava sozinha,
foi bom ouvir a sua história
e tudo o que partilhou comigo e com todos naquela sala…
(no entanto quero um fim diferente na minha história,
ou um final feliz ou que consiga libertar me deste íman magnético,
mas não encontro palavras daquela surpresa que tive
ao perceber que há historias iguais há minha…)

foi bom aquele momento e terminei,
se assim posso dizer,
porque apenas estou no inicio, desfolhando,
trazer de novo ao presente
aquele sentimento bom quando era criança…

O Robyin perguntou se gostava de brincar as escondidas,
e levou me ao serrado
(uma quinta onde os meus avós paternos eram caseiros
e onde passei a minha infância,
brincado com a natureza e os animais
e uma memória que guardo é de fato um piano,
era fascinada pela sua beleza e mesmo não sabendo tocar,
passava horas ali,
e é bem possível que me tenha escondido muitas vezes,
lembro de esconder com o meu primo,
no meio do campo,
quase fazendo tocas de coelhos
ou fazendo cabanas com almofadas
e a minha avô levava horas a chamar por nos).

Perguntou se tinha medo que os meus pais morressem,
e entendi porque que disse sempre que nunca iria abandonar o meu pai,
que iria sempre viver comigo,
pois na altura que os meus pais se separaram
eu escolhi ficar com o meu pai,
por isso foi a decisão mais difícil
que tive que tomar até hoje,
mas a mais libertadora quando a tomei
(compreendo um pouco porque me sinto sempre muito independente,
porque sou a mais velha
e que tenho que resolver os assuntos que surgem)

e porque
(adoro bonecas, até hoje gosto,
em criança todas as minhas fotos são com bonecas,
adorava ser a mãe delas),

sinto me tão adulta,
com tanta responsabilidade desde cedo,
mas depois o meu lado de menina.

Nestes três dia intensos,
também se falou muito em que algo que me toca profundamente,
os avós,
a minha avó materna faleceu quando eu tinha 16 anos,
e foi difícil,
complicado ultrapassar essa perda,
tive que perceber e descobrir
que apenas eu não a tenho fisicamente,
mas que ela está sempre comigo
(curioso que quando estávamos a ver um filme,
lá estava ela a dar me um beijinho á esquimó,
como fazíamos tantas vezes)

está sempre presente nas minha meditações
e talvez por ter ultrapassado esta dor tão grande
que tive no meu peito quando a perdi,
talvez hoje lido com a morte duma maneira diferente,
e hoje (curioso) faz dois meses que o meu avô paterno desencarnou
e o sentimento foi tão diferente,
senti que tinha partido ainda no fundo do corredor do hospital
e tenho a certeza que quis que fosse eu
que transmitisse a todos que tinha chegado o fim nesta vida,
e sinto que está bem,
aliás senti isso no fim de semana.

Tenho a certeza que quero ler o meu livro até ao final
(pois sei que tem terror,
drama, comédia,
mas que no fim acaba com uma história de amor
e com um final feliz ),
quero redescobri quem eu sou,
e todos os motivos que me levam a ser quem sou,
quero simplesmente viver com o coração
e ser ainda mais feliz e viver em plenitude.

Quero redescobrir o amor,
a paz e a felicidade que existe em mim!!

Grata por me iluminar

Beijinhos

Vera Guilherme

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